Void Podcast #020 – Literatura de banheiro e afins.

Olá desenvolvedores, designers, analistas, arquitetos, DBAs, testadores, gordos, atletas, editores de podcast e loucos em geral!

Bem-vindos ao Void Podcast. Trata-se de uma conversa bem-humorada e em clima de bar, entre três bons amigos que adoram ler, seja lá o que for.

Nesse episódio nossos heróis elucubram sobre suas experiências com livros, alternando momentos de insanidade juvenil com opiniões pitorescas que lembram uma legítima senilidade.

Ouça o homem dos mil livros, Elemar Jr. (@elemarjr), divagando sobre a melhor forma de gastar o seu primeiro salário.

Surpreenda-se com os devaneios do barbudo Leandro Daniel (@leandronet) tentando relacionar Quentin Tarantino com Martin Fowler (ou seria Sergio Leone?).

Descubra os transtornos obsessivos compulsivos que Arrobinha (@vquaiato, vulgo Vinicius Quaiato) desenvolveu em sua relação com os livros.

Ouça a incrível edição (ainda bem) do letrado (editor interino) Leandro Daniel, em substituição ao lesado (por enquanto) Elemar Júnior e registre os seus comentários. Afinal, precisamos de mais leitura de banheiro.

Ouça


Download
Void Podcast #020 – Literatura de banheiro e afins. (63,5 MB)

Links

Livros (e outras coisas) mencionados no episódio

17 comentários sobre “Void Podcast #020 – Literatura de banheiro e afins.

  1. Pingback: Diminuindo o impacto da adoção de pacotes de terceiros usando “Learning Tests” « Elemar DEV

  2. [off]
    Western Spaghetti foi uma trasnformação do western tradicional (que era um western baseado na história americana, enquanto este começou a trazer a ficção até no sentido de apresentar fatos não históricos e mudar fatos históricos, mas com uma cinegrafia totalmente renovada)
    A trilogia dos dólares é a mais famosa dessa linha, ela tem The Good, The Bad and the Ugly (aqui, Três homens em conflito, citado pelo Leandro), A fistful of Dollars (por um punhado de dólares) e For a few Dollars more (por uns dólares a mais) é considerada uma trilogia por mostrar o Eastwood num mesmo estereótipo, mas não é exatamente uma mesma narrativa.
    Existem outros como Django e Once upon a time in the west (que é considerado o melhor do Leone).
    E particularmente, eu discordo do Leandro com relação ao Tarantino. De fato ele é influenciado por western spaghetti, mas não mais do que o Spielberg foi influenciado por Thrillers e filmes de aventura dos anos 30. Ainda assim, desta influência nota-se uma bela inovação na narrativa e na cinegrafia.
    [/Off]
    O do evans eu nunca li inteiro, na verdade eu o leio da mesma forma como faço a leitura bíblica huahuahuahu…
    Falando sério, fiz uma leitura sequencial da primeira metade, que te contextualiza melhor… mas volta e mexe eu pauso alguns dias, volto em algum capítulo, faço mais uma longa pausa tentando aplicar o que aprendi, ou alguma outra forma de identificar que entendi, e só depois de algum tempo encaro um novo capítulo.

      • A parte da leitura bíblica foi de sacanagem.

        Eh tipo querendo dizer que não tem fanatismo que aguente ler tudo numa paulada só.

    • O Western Spaghetti era um termo pejorativo na época, ficou cult depois. Sobre Tarantino e Leone, é uma medida de comparação com Fowler e outros autores, não foi minha intenção entrar no mérito de quem copia mais no cinema.

      Oportunamente, a crítica que faço a Tarantino é com relação a ele ser chamado de gênio. Chamar alguém de gênio hoje em dia é algo meio banalizado. Reconhecer a genialidade de alguém deveria ser algo aplicável apenas para feitos realmente memoráveis.

      • Feitos memoráveis? Bom, então o James Cameron merece, ele só é o diretor dos dois, disse DOIS, primeiros filmes na lista das 10 maiores bilheterias. O cara não só colocou 2 filmes lá como tem o primeiro e o segundo lugar! Feito notável. ;)

      • Hehe Brandão, o Cameron é um excelente diretor no quesito técnico. Afinal, o cara é um cientista, ele cria a tecnologia que julga necessária pra executar os filmes, e na execução ele é um mestre (ainda mais usando os brinquedos que criou), mas no quesito “arte”, não vou dizer que é fraco, mas não impressiona.
        Eu acho o Tarantino um gênio principalmente por causa dos diálogos de impacto e da montagem. Aqui ele anda por todo o set 3 vezes sem nenhum corte. E eu nunca vou enjoar de assistir a cena na taverna dos bastardos.
        Nos westerns os diálogos de impacto também são maneiros. Só que mais curtos. .
        Não nego que se nota como o Tarantino se inspirou no estilo (Kill Bill é uma paródia de Western Spaghetti e filmes japoneses de samurai). Mas a referência é proposital. Igual o DePalma e a história de Odessa Steps, d’”O Encouraçado Potemkin” de 1924 eu acho. Segue: e a referência em “Untouchables”

        Mas eu até entendo sua crítica com relação a banalização da “genialidade”, Leandro. Eu só não concordo com usar o Tarantino como exemplo, talvez se você falasse o Christopher Nolan… rs

        • Aumentei o número de subníveis de resposta, estou tentando achar no bendito WordPress onde habilito comentários com HTML. :)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s