Olá desenvolvedores, designers, analistas, arquitetos, DBAs, testadores, gordos, atletas, editores de podcast e loucos em geral!
Bem-vindos ao Void Podcast. Trata-se de uma conversa bem-humorada e em clima de bar, entre três bons amigos que adoram ler, seja lá o que for.
Nesse episódio nossos heróis elucubram sobre suas experiências com livros, alternando momentos de insanidade juvenil com opiniões pitorescas que lembram uma legítima senilidade.
Ouça o homem dos mil livros, Elemar Jr. (@elemarjr), divagando sobre a melhor forma de gastar o seu primeiro salário.
Surpreenda-se com os devaneios do barbudo Leandro Daniel (@leandronet) tentando relacionar Quentin Tarantino com Martin Fowler (ou seria Sergio Leone?).
Descubra os transtornos obsessivos compulsivos que Arrobinha (@vquaiato, vulgo Vinicius Quaiato) desenvolveu em sua relação com os livros.
Ouça a incrível edição (ainda bem) do letrado (editor interino) Leandro Daniel, em substituição ao lesado (por enquanto) Elemar Júnior e registre os seus comentários. Afinal, precisamos de mais leitura de banheiro.
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Void Podcast #020 – Literatura de banheiro e afins. (63,5 MB)
Links
- Blog do Elemar Jr (Postando descontroladamente!)
- Blog do Leandro Daniel (Aumentando o número de séries de posts…)
- Blog do Vinicius Quaiato (Pelo menos, está no GitHub, né?)
Livros (e outras coisas) mencionados no episódio
- Operating Systems : Design and Implementation
- Livros do Martin Fowler
- Livros do Uncle Bob (Robert C. Martin)
- Livros da O’Reilly com animais na capa
- Livros da Wrox com capa vermelha e fotos de nerds
- Livros da Microsoft Press
- Code Complete: A Practical Handbook of Software Construction
- Writing Secure Code, Second Edition
- Design Patterns: Elements of Reusable Object-Oriented Software
- Head First Design Patterns
- Enterprise Architecture As Strategy: Creating a Foundation for Business Execution
- Lean Architecture: for Agile Software Development
- 97 Things Every Software Architect Should Know: Collective Wisdom from the Experts
- Mercado Financeiro
- Como Vencer um Debate Sem Precisar Ter Razão
- Where Good Ideas Come From: The Natural History of Innovation
- Compilers: Principles, Techniques, and Tools
- A Meta
- Livros da Clarice Lispector
- Livros do Fernando Pessoa
- Contos do Frabrício Carpinejar
- 9gag.com
Pingback: Diminuindo o impacto da adoção de pacotes de terceiros usando “Learning Tests” « Elemar DEV
LIQUID TENSION EXPERIMENT BARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALHO… JÁ CURTI O SEGUNDO MINUTO.
Edição fantástica do Leandro, né!? Caramba … só aumenta minha responsabilidade ..
Elemar,
eu só elogiei a trilha sonora… huauhahuauh…
[off]
Western Spaghetti foi uma trasnformação do western tradicional (que era um western baseado na história americana, enquanto este começou a trazer a ficção até no sentido de apresentar fatos não históricos e mudar fatos históricos, mas com uma cinegrafia totalmente renovada)
A trilogia dos dólares é a mais famosa dessa linha, ela tem The Good, The Bad and the Ugly (aqui, Três homens em conflito, citado pelo Leandro), A fistful of Dollars (por um punhado de dólares) e For a few Dollars more (por uns dólares a mais) é considerada uma trilogia por mostrar o Eastwood num mesmo estereótipo, mas não é exatamente uma mesma narrativa.
Existem outros como Django e Once upon a time in the west (que é considerado o melhor do Leone).
E particularmente, eu discordo do Leandro com relação ao Tarantino. De fato ele é influenciado por western spaghetti, mas não mais do que o Spielberg foi influenciado por Thrillers e filmes de aventura dos anos 30. Ainda assim, desta influência nota-se uma bela inovação na narrativa e na cinegrafia.
[/Off]
O do evans eu nunca li inteiro, na verdade eu o leio da mesma forma como faço a leitura bíblica huahuahuahu…
Falando sério, fiz uma leitura sequencial da primeira metade, que te contextualiza melhor… mas volta e mexe eu pauso alguns dias, volto em algum capítulo, faço mais uma longa pausa tentando aplicar o que aprendi, ou alguma outra forma de identificar que entendi, e só depois de algum tempo encaro um novo capítulo.
Leandro mandou bem na análise do filme.
Mas, leitura bíblica!? kkkkk
A parte da leitura bíblica foi de sacanagem.
Eh tipo querendo dizer que não tem fanatismo que aguente ler tudo numa paulada só.
Tem certeza de que estão querendo falar no tema religião? O void já deixou claro que respeita crenças. Acho que opiniões a este respeito devem ser cuidadosamente pensadas antes de cravar em um post. obrigado.
Desculpe, Marcos.
Não falei de religião. Falei de leitura bíblica. Você entendeu errado, foi uma mera analogia.
Abraços.
O Western Spaghetti era um termo pejorativo na época, ficou cult depois. Sobre Tarantino e Leone, é uma medida de comparação com Fowler e outros autores, não foi minha intenção entrar no mérito de quem copia mais no cinema.
Oportunamente, a crítica que faço a Tarantino é com relação a ele ser chamado de gênio. Chamar alguém de gênio hoje em dia é algo meio banalizado. Reconhecer a genialidade de alguém deveria ser algo aplicável apenas para feitos realmente memoráveis.
Feitos memoráveis? Bom, então o James Cameron merece, ele só é o diretor dos dois, disse DOIS, primeiros filmes na lista das 10 maiores bilheterias. O cara não só colocou 2 filmes lá como tem o primeiro e o segundo lugar! Feito notável.
Hehe Brandão, o Cameron é um excelente diretor no quesito técnico. Afinal, o cara é um cientista, ele cria a tecnologia que julga necessária pra executar os filmes, e na execução ele é um mestre (ainda mais usando os brinquedos que criou), mas no quesito “arte”, não vou dizer que é fraco, mas não impressiona.
Eu acho o Tarantino um gênio principalmente por causa dos diálogos de impacto e da montagem. Aqui ele anda por todo o set 3 vezes sem nenhum corte. E eu nunca vou enjoar de assistir a cena na taverna dos bastardos.
Nos westerns os diálogos de impacto também são maneiros. Só que mais curtos. .
Não nego que se nota como o Tarantino se inspirou no estilo (Kill Bill é uma paródia de Western Spaghetti e filmes japoneses de samurai). Mas a referência é proposital. Igual o DePalma e a história de Odessa Steps, d’”O Encouraçado Potemkin” de 1924 eu acho. Segue: e a referência em “Untouchables”
Mas eu até entendo sua crítica com relação a banalização da “genialidade”, Leandro. Eu só não concordo com usar o Tarantino como exemplo, talvez se você falasse o Christopher Nolan… rs
Usar o Tarantino é bacana porque provoca mais as pessoas. hehehe
huahuauha… todas as urls que eu coloquei no comentário foram omitidas. Mas beleza.
Aumentei o número de subníveis de resposta, estou tentando achar no bendito WordPress onde habilito comentários com HTML.
Poxa cheira livro é foda em kkkkk, e obrigado por me fazer sentir melhor por não ter lido 100% do livro do eric evans …. mas mesmo assim ainda vou terminar ele, um dia .. :p
Ah Elemar me empresta um livro ae … kkkk
faltou falar dos livros da manning(serie em ação)….